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Júlio Pomar

Desgrenhado, silencioso, mordaz, desconcertante. Fala do barulho dos eléctricos da sua infância. Da impossibilidade de se ter cruzado com Pessoa numa rua da Baixa, ainda que s...

Martin Essayan

“Beija a mão que não te atreves a morder” era uma das frases preferidas de Calouste Gulbenkian. O compromisso estava-lhe no sangue. Mas havia outras: “Confere, confere, confer...

Michael Biberstein

Os desenhos são desenhos; as coisas grandes são coisas francamente grandes, preenchem a totalidade do olhar (e do mundo que cabe nele); as médias, são médias. Em todas elas, s...

José Manuel Pereira de Almeida

Acordámos encontrar-nos de manhã cedo. O táxi deixa-me à porta do pavilhão da citologia pelas oito e meia. É a primeira vez que entro no IPO. Noto a traça comum ao Hospital de...

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