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Anabela Mota Ribeiro

Eduardo Lourenço e José Augusto França

25.05.18
A ideia de juntar dois amigos para recordar 60 anos de amizade não era “assaz esdrúxula”. Era um modo de falar de um tempo longínquo, de revistas que se faziam em cafés, da vida que os incendeia, de estarem nonagenariamente bem. Foi José Augusto França que usou a (...)

Júlio Pomar (2013)

22.05.18
Imaginem um velho armazém de livros ocupado por gatos e pássaros. Homero e outros clássicos debicados e arranhados por um qualquer animal. Imaginem um homem que observa o espaço da sua janela, e o cobiça e inventa. Um atelier ao lado de casa. Um atelier que fosse uma (...)

Miguel Esteves Cardoso e Maria João Pinheiro

14.05.18
O MEC já escreveu que O amor é fodido. Vivia em Lisboa, em sofrimento, à beira de uma síncope. Tinha graça, juventude, hordas de seguidores. Agora está na fase de achar Como é linda a puta da vida (novo livro que colige crónicas dos últimos anos). Este é o tempo (...)

Joana Villaverde

04.05.18
No seu princípio, está o desenho?O desenho, a força que posso usar com o lápis, o riscar, o gastar energia liberta-me. E sobretudo diverte-me! A seriedade no brincar, brincar a trabalhar começa quase sempre com o desenho, seja o que for que isso quer dizer. Muitas (...)

O que é ser culto hoje?

07.04.18
“Porque a frase, o conceito, o enredo, o verso (e, sem dúvida, sobretudo o verso) é o que mais pode lançar mundos no mundo”. Caetano Veloso ergueu colunas, apontou para o infinito na canção “Livro”. Fez da palavra e da procura um acto de criação do mundo. (...)

Albrecht Dürer

02.04.18
Um gentilhuomo fita a posteridade com assertividade e mistério. É um artista reputado que regressa a Nuremberga depois de uma (fundante) viagem a Itália e se vê ao espelho do seguinte modo: olhar compenetrado, cosmopolita, enamorado de si. Albrecht Dürer retrata-se em (...)

Maria do Céu Guerra

28.03.18
Uma vida chega? Não! Talvez o teatro seja, para começar, e para acabar, um exercício para iludir o medo de morrer. O medo de não se poder ser alegre e leve e voraz e tudo aquilo que se pode ser pelo facto de se ser. Portanto, o teatro é uma expressão de vida, uma vida (...)