Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Curso de Cultura Geral (19 Março 2017)

Gisela João foi tocada pelos fados de Amália como por nenhuma outra coisa. Rui Horta conheceu José Rodrigues Miguéis quando chegou a Nova Iorque e estava a descobrir o mundo. André e. Teodósio estudou música, é do teatro, viveu nos Estados Unidos, viaja o tempo todos. São amigos, a cultura é uma forma de descoberta e de expressão. E também de contaminação: Gisela não é apenas fadista, ou da sua arte não estão arredadas as outras artes. André que fazer um teatro onde tudo é convocado. Rui fez de um convento em Montemor um centro de irradiação cultural. As viagens, os encontros, objectos para que ninguém olha, fazem parte das suas noções de cultura geral.

 

 A lista de André e. Teodósio, encenador, fundador do Teatro Praga

  1. Disco: Pérotin dos Hilliard Ensemble;
  1. Anti-livro: Discurso do Método de Descartes;
  1. Edifício: templo de Baalbek (Líbano);
  1. Autor: José Saramago;
  1. Performance: Pupilija, papa Pupilo and the Pupilceks, de Dusan Jovanoci, por Janez Jansa;
  1. Filme: Notre Musique, de Jean-Luc Godard (2004);
  1. Comida: Cupuaçu, jambo e formigas saúva (de uma viagem à Amazónia);
  1. Moda: a Joana Barrios, que me ensinou tudo o que importa saber sobre moda libertando-me de espartilhos;
  1. Comércio: os imensos mercados na Coreia do Sul são lugares de sociabilidade;
  1. Museu do Pós-Antropoceno e Pós-Ontologia no Quénia.

 

A lista de Gisela João, fadista, que escolheu 10 fados de Amália: 

  1. Que Deus me perdoe
  1. Fado de cada um
  1. Fado da saudade
  1. Fadista louco
  1. Naufrágio
  1. Abandono
  1. Maldição
  1. Estranha forma de vida
  1. Ai mouraria
  1. Medo

 

 A lista de Rui Horta, coreógrafo: 

  1. Memórias de Adriano de Marguerite Yourcenar;
  1. New York aos 21 anos, Tokyo aos 38;
  1. Madame de Jean Claude Galotta (Thêatre de la Ville / Gérard Violette);
  1. Teatro Praga: Avarento, A Tempestade, Super Gorila;
  1. Viagem a Tóquio, Ozu (a questão da solidão / a cultura como espaço de relação);
  1. Ter conhecido o José Rodrigues Miguéis;
  1. Ensaios de Rake's Progress (ópera de Stravinsky), que encenei com Nick Shadow tão diferentes, ambos barítonos excepcionais: Gilles Cachemaille / Luís Rodrigues;
  1. Ainda há pastores?, documentário de Jorge Pelicano (2006);
  1. Retrospectiva de Rauschenberg em Serralves (2008);
  1. Mozart: Requiem e Flauta Mágica escritos em paralelo, à hora da morte.

 

 

 

 

 

 

 

Em destaque

Entradas recentes