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(Quase) Toda uma Vida - Frei Bento Domingues

É com o espantoso Frei Bento Domingues que vou falar no dia 15 de Janeiro, domingo, 17h, no pequeno auditório do Centro Cultural de Belém (entrada livre sujeita à lotação da sala).

Começa com ele um ciclo de conversas que vou manter todos os meses com portugueses de excepção, seniores, de diferentes áreas, ao longo de 2017.

Chama-se (Quase) Toda uma Vida.

Gostava muito que estivessem connosco. Outros nomes confirmados para as sessões mais à frente: Eduardo Lourenço, Jorge Sampaio, Vasco Vieira de Almeida, Siza Vieira, Artur Santos Silva. 
Partilho convosco isto: a ideia para este ciclo ocorreu-me depois de entrevistar Eduardo Lourenço e José Augusto França e perceber que, naquela amizade de 60 anos, e nos percursos de cada um, se podia ler o século XX português. Gostaria que estas entrevistas, todas juntas, pudessem funcionar um mosaico de quem somos, forçosamente parcelar, mas rico e diversificado.

Frei Bento Domingues, um homem livre, quiçá subversivo, que cita Aquino: “Se faço uma coisa porque está mandado, mesmo que seja por Deus, não sou livre, só sou livre quando faço, ou deixo de fazer, porque é mal ou é bem”. Nasceu no Minho, andou por muito lugar, de África à América Latina. Vive num convento. Ouvimos a sua voz, por exemplo, nas crónicas que escreve para o Público há anos. Escuta o rumor do mundo com atenção. É um clérigo que nos ajuda a procurar o sentido da palavra Humanismo. Este ano fará 83 anos. Parece mais novo, talvez pelo espanto e pela disponibilidade com que acolhe os outros, com que olha o mundo.

 

 

 

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