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(Quase) Toda uma Vida - Borges Coelho

Começar uma aventura exigente como a escrita de uma História de Portugal, depois dos 80 anos, sozinho, diz qualquer coisa de António Borges Coelho. É tenaz, trabalhador, talvez apaixonado pela vida, seguramente apaixonado pela História, de que o seu nome é indissociável. Talvez tenha sido essa mesma fibra que o fez resistir seis anos preso no forte de Peniche, resultado da oposição firme ao regime salazarista e de uma intensa actividade política nos anos da ditadura. Um dia, um vizinho passou-lhe para as mãos o Manifesto Comunista de Marx, que tinha escondido e enterrado no quintal...  

A obra publicada de Borges Coelho é vasta e, além da História, inclui poesia ou teatro. Foi professor catedrático na Faculdade de Letras de Lisboa, deu a sua última lição em 1998. 
Nasceu num Trás-os-Montes onde a pobreza era gritante, em 1928.  
Converso com ele na primeira sessão de 2018 do (Quase) Toda uma Vida, 14 de Janeiro, no CCB. 

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