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(Quase) Toda uma Vida, Ler no Chiado, Novas Perspectivas

(Quase) Toda uma Vida - CCB
com Cláudio Torres, dia 4 Novembro, 17h
 
Ler no Chiado Anne Frank
com António Araújo e António Jorge Gonçalves
dia 9 Novembro, 18,30, Bertrand do Chiado
 
Novas Perspectivas - Serralves
com Ângela Ferreira, José Maria Vieira Mendes e Manuel Aires Mateus
dia 30 Novembro, 18.30, auditório de Serralves
 
Estes são os eventos a que estou ligada nas próximas semanas. Se puderem aparecer e ajudar na divulgação, agradeço. Informação mais detalhada aqui: 
 
Cláudio Torres, o arqueólogo de Mértola: a associação tem tanta força que a descrição da tarefa e do lugar parecem um cognome ou qualquer coisa que poderia ser ligada com hífen. Instalou-se na antiga cidade portuária em 1985, deu-nos, não só, uma nova visão do sul de Portugal, mas também da nossa relação com o Mediterrâneo. Deu e dá, porque o trabalho de escavar é um trabalho sem fundo, que traz algumas respostas e levanta muitas novas questões. É também um trabalho que faz do tempo uma massa elástica: onde estamos exactamente quando encontramos um artefacto com séculos de existência? E como é que isso nos ensina a estar preparados para o futuro? Ler os signos, a matéria, as ruínas, o que não se vê e existe, é aquilo a que tem dedicado boa parte da sua vida. Mas há um antes de Mértola. Nasceu em Tondela, esteve exilado, foi professor universitário. E há um país que se desenha na história de vida deste arqueólogo, nascido em 1939. 
Dia 4 de Novembro, CCB, às 17h. 
 
70 anos depois, porque é que continuamos a ler o Diário de Anne Frank? O que lemos nesse testemunho imenso, doloroso, histórico escrito por uma menina adolescente? A primeira edição é de há 70 anos, a primeira entrada no diário é de 1942. A reflexão que vamos fazer no Ler no Chiado é suscitada também pela edição de uma BD, assinada por Ari Folman e David Polonsky, autores de A Valsa com Bashir.
Para pensar connosco, o jurista e historiador António Araújo e o ilustrador António Jorge Gonçalves.
Dia 9 de Novembro, às 18.30, na Bertrand do Chiado.
 
 
Clarice Lispector escreveu sobre Brasília: "Os dois arquitectos não pensaram em construir beleza, seria fácil: eles ergueram o espanto inexplicado. A criação não é uma compreensão, é um novo mistério."
Sublinhados nossos: beleza, espanto, criação, mistério. É a partir destas noções que vou falar com Ângela Ferreira, José Maria Vieira Mendes e Manuel Aires Mateus no Novas Perspectivas de 30 de Novembro. No auditório de Serralves, às 18,30.  
 
 

 

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