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Anabela Mota Ribeiro

Ler Almada Negreiros no Chiado

17.09.17

Almada Negreiros, o moderno, o artista múltiplo, o difícil de adjectivar por não caber em nenhum adjectivo: vamos falar sobre ele no próximo Ler no Chiado. Com Fernando Cabral Martins, professor da Universidade Nova, especialista no modernismo português e na geração de Orpheu, Mariana Pinto dos Santos, a curadora da mega exposição da Gulbenkian, vista por milhares de pessoas, e a actriz Maria do Céu Guerra, que se estreou com um texto de Almada. Sobre a mesa teremos reedições de obras do artista, livros de teatro, poesia e prosa curta. 

Dia 28 de Setembro, às 18,30, na Bertrand do Chiado. Eu modero.
Ler no Chiado é uma iniciativa mensal da Bertrand e da revista Ler. Apareçam!

Carrilho da Graça, Julião, Sapinho: Serralves

17.09.17

Esta quarta feira, dia 20 de Setembro, o ciclo ‘Novas Perspetivas’ junta o arquitecto João Luís Carrilho da Graça, o artista plástico Julião Sarmento e o cineasta Joaquim Sapinho numa conferência a não perder em Serralves. Os oradores vão partir da ideia de contaminação (entre diferentes disciplinas), de como a mão pensa (no desenho, no gesto), do mistério que é criar.

Às 18:30 no auditório, reserve já o seu bilhete.

Eu modero e assino a curadoria com Suzanne Cotter e Carles Muro. 

O programa de 2017 do ciclo “Novas Perspetivas” centra-se nas relações entre arte e arquitectura e incluirá debates com arquitectos, curadores, filósofos e investigadores das mais diversas áreas do conhecimento.

 

 

(Quase) Toda uma Vida - Artur Santos Silva

17.09.17

Artur Santos Silva teve um pai que era o advogado da oposição, um avô médico, recebeu deles o exemplo de uma existência virada para os outros. Considera que uma boa educação é a porta principal para a felicidade. A sua, era uma família burguesa e empenhada politicamente. Não foi político. Não pensou que o seu destino fosse a banca. «Vamos lá a ver. Nunca me passou pela cabeça estar ligado a um banco, quando entrei em Direito. Fui fazer o curso de Direito e pensava vir a trabalhar com o meu pai.» Fundou o BPI, que foi a aventura de uma vida.
Nasceu no Porto, em 1941. Nas suas memórias, aparece o Porto liberal, ferrenho, culto. Amigo de Agustina e Sá Carneiro. O tipo de pessoa que se impressiona com filmes como Roma, cidade aberta. Foi presidente da Fundação Gulbenkian. E agora?

Depois das férias de Verão, o (Quase) Toda uma Vida regressa ao CCB. Este sábado, dia 23 de Setembro, às 17h, na sala Almada Negreiros. Entrada livre. Eu modero.