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Anabela Mota Ribeiro

Alexandre Quintanilha e Richard Zimler

24.11.20
A homossexualidade é um não-assunto? Uma relação amorosa que tem 34 anos é um assunto? Falar do casamento entre pessoas do mesmo sexo, num país que o permite, continua a ser importante? E num tempo em que começa a ser feio ser preconceituoso, os exemplos são (...)

Maria Teresa Horta

24.11.20
Portugal ainda é um país machista? É seguramente menos do que há 40 anos. É-o, em todo o caso. Dou-me conta disso se penso que a maior parte dos que estão a ler estas palavras – os leitores do Jornal de Negócios – são homens. Se penso que a maior parte dos que (...)

Dinis Machado

19.11.20
Dinis Machado nasceu e viveu a vida toda em Lisboa. Para a história das letras portuguesa ficará como o homem que escreveu «O que diz Molero». Foi jornalista desportivo, dirigiu uma revista mítica chamada Tintim, e em 68, porque precisava de dinheiro, escreveu três (...)

Dennis McShade / Dinis Machado

19.11.20
Escrevi um texto a que poderia chamar “Crónica de um bom rapaz”. Ou “Dinis, um rapaz de Lisboa”. Escrevi um texto para dizer com mais precisão as coisas que eu quero dizer do Dinis e do livro “Blackpot”. Esta tarde estive a matar saudades do Dinis relendo a (...)

Vinicius de Moraes

19.11.20
Vinicius foi o mais viniciano dos homens. Tinha dito sobre Oxford: “Toda uma religião, mas nada de vivo: de lawrenciano, de rimbaudiano, de dostoievskiano, de shakespeariano ou quem você queira de fundamentalmente humano em si”. Vinicius imprimiu um adjectivo. O que (...)

Nikias Skapinakis

19.11.20
"Nikias, o observador de mãos frias", escreveu sobre ele José Gomes Ferreira. O "Provocador Tranquilo", chamaram-lhe em Serralves. O que habita/encena/cria o "Teatro dos Outros", para ir ao título do documentário de Jorge Silva Melo que lhe é dedicado. O que treina a (...)

Saramago: 20 anos depois do Nobel

16.11.20
Aquela tshirt que diz assim: “Há esperanças que é loucura ter. Pois eu digo-te que se não fossem essas eu já teria desistido da vida”. Que há nesta frase, com fumos quixotescos, além da óbvia exortação à vida? Eu sublinhei a palavra “esperanças”, talvez (...)