30.11.25
E andámos de roda dos antigos. E falámos de Heitor e Aquiles como se fossem – como são – pessoas como nós. Do que acalma a dor do mundo. Do sofrimento como condição inelutável do humano. De aceitar que as coisas tenham sido como foram. Falámos da vida de (...)
30.11.25
Vestia-se nos melhores alfaiates de Lisboa. No entanto, metia vales à caixa ou vendia livros para pagar as despesas. A Mensagem permitiu-lhe pagar as dívidas.
No escritório tratavam-no por Senhor Pessoa. Ali era o seu lar. Ali escreveu, à noite, Tabacariae parte da (...)
29.11.25
Nasceu em casa, num tempo que já não se respira. Um tempo em que as meninas tinham preceptoras que iam a casa, diariamente, dar a lição. A casa era um palacete, no meio de um jardim grande e bonito, no Porto. Quando aos 18 anos se mudou para Coimbra, sentiu falta do (...)
22.11.25
“Porque a frase, o conceito, o enredo, o verso (e, sem dúvida, sobretudo o verso) é o que mais pode lançar mundos no mundo”. Caetano Veloso ergueu colunas, apontou para o infinito na canção “Livro”. Fez da palavra e da procura um acto de criação do mundo. (...)
15.11.25
João Luís Barreto Guimarães nasceu em 1967, é cirurgião plástico e reconstrutivo. Você está Aqui, o seu livro mais recente, acabou de ser lançado. Não foi esse, mas o anterior, Poesia Reunida, que mereceu uma recensão no Times Literary Supplement.
Jorge Sousa (...)
14.11.25
Manuel António Pina vive entre livros, papéis e gatos. Lembranças, palavras e um cão. Nasceu no Sabugal, há 65 anos. É poeta, escreve livros infantis (embora não goste da designação), é cronista. A sua obra está traduzida, foi premiada.
Pina é o tipo de homem (...)
14.11.25
Publicou o primeiro livro com 33 anos. Minha Senhora de Quê. “Não estou nada arrependida de não ter publicado aos 18, 19 anos, coisa muito comum”. Tem 55 anos, acaba de publicar dois livros. Próspero Morreu, uma peça de teatro em verso e o livro de poesia Vozes. (...)