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Anabela Mota Ribeiro

Barry Hatton

13.06.19
Em 2011, como somos? Barry Hatton tira-nos as medidas no livro Os Portugueses. “Têm o “desenrascanso”, que é uma coisa magnífica que os gajos da Troika não sabem, e que os analistas lá fora também não sabem. Deviam saber.” Portugal é o país do deixa andar, (...)

Dolores Aveiro

12.06.19
Dolores Aveiro é a mãe de Cristiano Ronaldo, como toda a gente sabe. Tem uma história de pessoa humilíssima que sonhou o sonho de ser feliz. O discurso oscila entre o pungente e o cru. De uma violência de que parece não se dar conta ou, simplesmente, com que aprendeu (...)

Violência Doméstica: o caso de Rosa

13.05.19
“A nossa relação caminhava para lado nenhum. Pior: caminhava para a minha destruição. Tínhamos uma dinâmica negativa, pesada, sofrida, louca. Era também assim que me sentia. Eu não era mulher para ele: não era obediente, nem carente, nem frustrada. Não me (...)

Domingos Folque Guimarães e Jwana Godinho

23.04.19
Domingos foi o arauto da revolução, nasceu 15 dias antes do 25 de Abril. Jwana nasceu pouco depois, no Canadá. Fazem este ano 40 anos. As suas histórias são (também) a história do país democrático. São pais da Margarida (sete anos), do Francisco (cinco anos) e do (...)

Foi muito bonita a festa, pá!

23.04.19
1. Salgueiro Maia exigiu ser sepultado em campa rasa e sem honras de Estado. Maia comandou a coluna de tanques que saiu de Santarém e que teve a delicadeza, o civismo, o sonho de parar num semáforo antes de derrubar a mais longa ditadura da Europa. Primeira imagem do 25 (...)

Ana Vicente e Filipa Lowndes Vicente

07.03.19
O feminismo é a conversa chata das mulheres? Ana Vicente, nascida em 1943, diz que chata é a situação. A situação de discriminação. E não, não é verdade que o feminismo seja o oposto de machismo ou que as discussões de género não façam sentido em 2013. A sua (...)

Desigualdade de género

21.02.19
1. Ana Luísa Amaral publicou o primeiro livro aos 33 anos. Título: Minha Senhora de Quê. Nasceu em 1956. Lembra-se bem do tempo em que as senhoras frequentavam confeitarias e os homens iam ao café (que não era frequentado por senhoras, que estavam confinadas à (...)