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Anabela Mota Ribeiro

Nuno Amado

10.03.14
Nuno Amado não é um personagem bigger than life. Desses excessivos, que vemos nos filmes e lemos nos livros, cuja lenda os precede, cuja ambição os cega. Nuno Amado é um homem normalíssimo, que tem confiança qb nele próprio, que faz do trabalho um valor seguro. Uma (...)

António Ramalho

07.02.14
“Vou dizer-lhe uma coisa de que me orgulho: quando entrei no BPSM em 1990, tinha um milhão de contos no Fundo de Pensões. Quando saí, tinha 108 milhões”. Isto foi dito na fase em que António Ramalho me falava das suas conquistas profissionais. Um pouco de crista (...)

Miguel Pais do Amaral

05.02.14
Tudo é muito aprumado. O cabelo, os dentes certos, os talheres de prata. Nada é ostentatório. Os sapatos, os empregados, o chá de menta que se pede ao meio da manhã. Encontrámo-nos num daqueles hotéis em Mayfair onde nada reluz, porque reluzir é feio. O aparato novo (...)

Frederico Moreira Rato

23.01.14
Encontrámo-nos num prédio que se confunde com a história da família. A história da família começa muito lá atrás. “A minha família tem uma mistura de origens, tem um resto de aristocracia um bocado falida e tem um industrial recém-chegado, novo-rico, que (...)

Joe e Renato Berardo

14.01.14
Let’s look at the trailer da entrevista com os Berardos. O pai ensina ao filho regras para os negócios, também aplicáveis à vida de todos os dias. “O que é que eu ganho com isto. Qual é o meu papel aqui”. Renato, o student, aprende depressa. O importante, ambos (...)

João Talone

23.10.13
Os sinais de classe social: quando diz “A menina foi ver tudo”. Os sinais de classe profissional: quando diz que não se deve falar das casas por onde se passa. A estética: fato claro, camisa azul, botões de punho. O cabelo puxado para trás com gel, que o George (...)

André Jordan

02.10.13
Por fim, ele olhou-me nos olhos, como fizera durante toda a tarde, para me dizer que esta seria uma entrevista impossível há trinta anos. «Se eu lhe tivesse contado estas coisas quando cheguei a Portugal, no dia seguinte ninguém me falava». Virar-lhe-iam a cara na rua? (...)