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Anabela Mota Ribeiro

Leonor Teles - Os Filhos da Madrugada

21.04.21
Prometia ser uma grande maluquice: entrar numa loja, roupar um sapo de louça, partir o sapo com estrondo. Mas às vezes as maluquices são formas poderosas de denunciar o preconceito, a estigmatização, a desconfiança. Quem viu Balada de um Batráquio sabe do que estou a (...)

Gisela João - Os Filhos da Madrugada

20.04.21
Gisela João, a berdadeira, tal como assina na conta do instagram, apareceu em 2013 com um álbum homónimo. O fado, os fados de Amália, salvaram-lhe a vida, e isto não é retórica. Nasceu em Barcelos em 1983. O seu Portugal é o que vem do nada, do interior, que se faz (...)

Maria Inês Marques - Os Filhos da Madrugada

19.04.21
Maria Inês Marques nasceu no Porto em 1990. Em 2014 mudou-se para os EUA para fazer o mestrado e o doutoramento na Yale University. O seu foco incide sobre os despojos do imperialismo português, diferentes memórias pós-coloniais, e a tradução disso na dramaturgia (...)

Adolfo Mesquita Nunes - Os Filhos da Madrugada

18.04.21
Adolfo Mesquita Nunes nasceu em Lisboa, mas é da Covilhã. Cresceu nesta cidade da Beira, descende de uma família de industriais dos lanifícios, o avô era conservador, democrata cristão. Do lado materno, as raízes são humildes, a mãe era bailarina, irreverente, o (...)

Joana e Mariana Mortágua - Os Filhos da Madrugada

17.04.21
Se fizermos a cronologia dos momentos estruturantes do pós-25 de Abril, é consensual assinalar: as primeiras eleições livres, em 75, a primeira Constituição, em 76, a extinção do Conselho da Revolução em 82, a adesão à CEE em 86. Não é consensual, ou, pelo (...)

Adriana Molder - Os Filhos da Madrugada

16.04.21
Adriana Molder desenha de joelhos, no chão, com tinta da China, por vezes um vermelho sangue, sobre papel esquisso. Nesta posição há qualquer coisa da criança que está no chão a descobrir as formas, a cor, o movimento da mão. Desenha retratos, figuras (...)

Bruno Vieira Amaral - Os Filhos da Madrugada

15.04.21
A geografia de Bruno Vieira Amaral é muito precisa e é imaginária. É o bairro Amélia, transmutação do bairro Vale da Amoreira, no Barreiro, onde o escritor viveu até aos 25 anos. A vida do bairro é a grande personagem colectiva dos seus romances. Os outros (...)