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Anabela Mota Ribeiro

"A Flor Amarela" na Academia Brasileira de Letras

21.02.19
Recebi correio de Antônio Torres, acadêmico que senta na cadeira 23, a de Machado de Assis: "Seu belo livro sobre o Brás Cubas será apresentado na sessão plenária da Academia Brasileira de Letras na próxima quinta-feira [29 Nov]. E por um machadiano de longa data, Domício Proença Filho". 
Uma semana mais tarde, o mesmo acadêmico: "Mesmo não estando inscrito para falar, já ao apagar das luzes da sessão pedi a palavra para dizer que havia trazido de Portugal um ensaio sobre "Memórias póstumas de Brás Cubas" para a Biblioteca Rodolfo Garcia... E aí fiz um improviso sobre "A flor amarela", embora breve, mostrando a capa do livro para todos, a ler as suas linhas iniciais: "Onde começa e onde acaba o mundo de Brás Cubas...".
Ah, claro, informei que a autora tem uma verdadeira paixão pela obra do Bruxo do Cosme Velho e já está a trabalhar numa continuação do livro ali apresentado para a sua tese de doutorado (perdão, doutoramento).
Foi então que o Domício pediu a palavra para dizer que havia sequestrado o seu livro das minhas mãos com a intenção de apresentá-lo, mas que fora atropelado pela agenda do dia. Agora ele promete falar dele no próximo ano."
Que alegria, alegria desabotoada: "A Flor Amarela - Ímpeto e Melancolia em Machado de Assis", edição da Quetzal, está na Academia Brasileira de Letras.  
 

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