Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Anabela Mota Ribeiro

Vinicius de Moraes

14.02.21
Vinicius foi o mais viniciano dos homens. Tinha dito sobre Oxford: “Toda uma religião, mas nada de vivo: de lawrenciano, de rimbaudiano, de dostoievskiano, de shakespeariano ou quem você queira de fundamentalmente humano em si”. Vinicius imprimiu um adjectivo. O que (...)

Alexandre Quintanilha e Richard Zimler

13.02.21
A homossexualidade é um não-assunto? Uma relação amorosa que tem 34 anos é um assunto? Falar do casamento entre pessoas do mesmo sexo, num país que o permite, continua a ser importante? E num tempo em que começa a ser feio ser preconceituoso, os exemplos são (...)

Miguel Esteves Cardoso e Maria João Pinheiro

13.02.21
O MEC já escreveu que O amor é fodido. Vivia em Lisboa, em sofrimento, à beira de uma síncope. Tinha graça, juventude, hordas de seguidores. Agora está na fase de achar Como é linda a puta da vida (novo livro que colige crónicas dos últimos anos). Este é o tempo (...)

João Luís Barreto Guimarães e Jorge Sousa Braga

11.02.21
João Luís Barreto Guimarães nasceu em 1967, é cirurgião plástico e reconstrutivo. Você está Aqui, o seu livro mais recente, acabou de ser lançado. Não foi esse, mas o anterior, Poesia Reunida, que mereceu uma recensão no Times Literary Supplement.  Jorge Sousa (...)

Dinis Machado

04.02.21
Dinis Machado nasceu e viveu a vida toda em Lisboa. Para a história das letras portuguesa ficará como o homem que escreveu «O que diz Molero». Foi jornalista desportivo, dirigiu uma revista mítica chamada Tintim, e em 68, porque precisava de dinheiro, escreveu três (...)

Dennis McShade / Dinis Machado

01.02.21
Escrevi um texto a que poderia chamar “Crónica de um bom rapaz”. Ou “Dinis, um rapaz de Lisboa”. Escrevi um texto para dizer com mais precisão as coisas que eu quero dizer do Dinis e do livro “Blackpot”. Esta tarde estive a matar saudades do Dinis relendo a (...)

Millôr Fernandes

14.01.21
Tudo se passou em três semanas de Agosto. Primeira dificuldade: encontrar o número certo para falar com Millôr Fernandes. Passo seguinte: deixar recados no gravador ao longo de dez dias. Diários. Sem resposta. O gravador atendia assim: “Fale ou fax”. Num tom de (...)