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Anabela Mota Ribeiro

Fernando Pessoa (p/ Sr. Moitinho)

30.11.25
Vestia-se nos melhores alfaiates de Lisboa. No entanto, metia vales à caixa ou vendia livros para pagar as despesas. A Mensagem permitiu-lhe pagar as dívidas. No escritório tratavam-no por Senhor Pessoa. Ali era o seu lar. Ali escreveu, à noite, Tabacariae parte da (...)

Maria Helena Rocha Pereira

29.11.25
Nasceu em casa, num tempo que já não se respira. Um tempo em que as meninas tinham preceptoras que iam a casa, diariamente, dar a lição. A casa era um palacete, no meio de um jardim grande e bonito, no Porto. Quando aos 18 anos se mudou para Coimbra, sentiu falta do (...)

João Luís Barreto Guimarães e Jorge Sousa Braga

15.11.25
João Luís Barreto Guimarães nasceu em 1967, é cirurgião plástico e reconstrutivo. Você está Aqui, o seu livro mais recente, acabou de ser lançado. Não foi esse, mas o anterior, Poesia Reunida, que mereceu uma recensão no Times Literary Supplement.  Jorge Sousa (...)

Manuel António Pina

14.11.25
Manuel António Pina vive entre livros, papéis e gatos. Lembranças, palavras e um cão. Nasceu no Sabugal, há 65 anos. É poeta, escreve livros infantis (embora não goste da designação), é cronista. A sua obra está traduzida, foi premiada. Pina é o tipo de homem (...)

Luís Fernando Veríssimo

30.08.25
Luís Fernando Veríssimo é o autor mais popular no universo da língua portuguesa. Vendeu mais de cinco milhões de livros. Goza de uma reputação única – por causa do humor, da ironia, da faca afiada sobre a sociedade brasileira, sobre o mundo. Por causa da (...)

Ao Brás Cubas (que nasceu no mesmo dia que eu)

14.06.25
Nasci no mesmo dia de Brás Cubas, o personagem criado por Machado de Assis no final do século XIX. No Rio de Janeiro é sempre calor quando Outubro vai alto, as magnólias floriram e os grilos zumbem às três da tarde. Mas quando penso em Brás Cubas não consigo pensar (...)

Paulo Pacheco (s/ Luiz Pacheco)

06.05.25
A entrevista ao filho do Luiz Pacheco é sobre o Luiz Pacheco. Estão à espera da grande figuraça, das pachecadas? Há disso. Há o tipo que deixa anotado numa tradução de Voltaire “sandes de merda”. Há o tipo que vai visitar os futuros sogros e foge com a irmã da (...)