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Anabela Mota Ribeiro

"Safoda a porta, vou pela window"

26.09.21
Umas semanas mais tarde, continuo boquiaberta com este verso da Nenny: “Safoda a porta, vou pela window”. Diz tanta coisa. Umas semanas antes, um pedaço antes, eu não conhecia a Nenny. Estava à procura de uma pessoa nascida já nos anos 2000 para os 25 Filhos da (...)

Os Filhos da Madrugada

14.05.21
No dia 25 de Abril, passam 47 anos desde a revolução dos cravos. Quase tantos de democracia quantos os de ditadura. O país mudou, o mundo mudou. Como auscultar esta mudança? Através de uma maratona de entrevistas àqueles que nasceram e foram criados em tempos de (...)

Nenny - Os Filhos da Madrugada

25.04.21
“Somos filhos da madrugada, Pelas praias do mar nos vamos, À procura de quem nos traga, Verde oliva de flor no ramo”. Estes são os famosos primeiros versos do Canto Moço do Zeca Afonso. Neste programa procurei ouvir os filhos de uma madrugada que começou com a (...)

Domingos Folque Guimarães - Os Filhos da Madrugada

24.04.21
Por ter nascido duas semanas antes do 25 de Abril, ouviu a mãe dizer que era o arauto da revolução. Nasceu, portanto, em 1974 e é o mais velho dos 25 entrevistados d’ Os Filhos da Madrugada. Domingos Folque Guimarães estudou n’ A Voz do Operário, fez um mestrado (...)

Tatiana Salem Levy - Os Filhos da Madrugada

23.04.21
Nasceu em Lisboa em 1979, onde os pais eram exilados políticos. É portuguesa e brasileira, de ascendência judia. Cresceu no Rio de Janeiro e mudou-se para Portugal há oito anos. Vive com um português, têm dois filhos que são portugueses e brasileiros, mesmo que (...)

Filomena Cautela - Os Filhos da Madrugada

22.04.21
Filomena Cautela nasceu em 1984, é actriz e apresentadora de televisão. Adjectivos que lhe assentam bem: voraz, galopante, frenética, vulcânica, desvairada, alternativa, engraçada, engraçadinha, cheia de lata, a que está sempre a disparar, a que não encarna o (...)

Leonor Teles - Os Filhos da Madrugada

21.04.21
Prometia ser uma grande maluquice: entrar numa loja, roupar um sapo de louça, partir o sapo com estrondo. Mas às vezes as maluquices são formas poderosas de denunciar o preconceito, a estigmatização, a desconfiança. Quem viu Balada de um Batráquio sabe do que estou a (...)