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Anabela Mota Ribeiro

Gonçalo Ribeiro Telles

01.12.20
É um monárquico que viveu sob o signo da República. “Eu não me importo nada de servir a República. Tenho bilhete de identidade, servi, fui deputado”. É um arquitecto paisagista que fala de jardins como se falasse do paraíso. “Na Bíblia, quando se fala do (...)

Maria de Sousa

01.12.20
Desconcerta. É subtil. Fina como um alho, como se dizia antigamente. Tudo com um sorriso resplandecente. Maria de Sousa é uma cientista que se diverte como uma criança. Tem 75 anos. Saiu em 1964 para trabalhar em Inglaterra, Escócia, Estados Unidos. Regressou em 1985, (...)

Desigualdade de género

24.11.20
1. Ana Luísa Amaral publicou o primeiro livro aos 33 anos. Título: Minha Senhora de Quê. Nasceu em 1956. Lembra-se bem do tempo em que as senhoras frequentavam confeitarias e os homens iam ao café (que não era frequentado por senhoras, que estavam confinadas à (...)

Ana Vicente e Filipa Lowndes Vicente

24.11.20
O feminismo é a conversa chata das mulheres? Ana Vicente, nascida em 1943, diz que chata é a situação. A situação de discriminação. E não, não é verdade que o feminismo seja o oposto de machismo ou que as discussões de género não façam sentido em 2013. A sua (...)

Violência Doméstica: o caso de Rosa

24.11.20
“A nossa relação caminhava para lado nenhum. Pior: caminhava para a minha destruição. Tínhamos uma dinâmica negativa, pesada, sofrida, louca. Era também assim que me sentia. Eu não era mulher para ele: não era obediente, nem carente, nem frustrada. Não me (...)

Ana Nunes de Almeida

24.11.20
A socióloga Ana Nunes de Almeida lembra-se do dia em que pôde ir de calças para o liceu. Os nossos pais, nós, lembramo-nos do tempo em que uma empregada doméstica era uma criada de servir ou do tempo em que se vinha do campo para a cidade e se ocupava um quarto com (...)

Coimbra de Matos (s/ Portugal)

19.11.20
Somos inseguros, imaturos, praticantes da transgressão na sombra, além de desorganizados, individualistas, garbosos, disponíveis. Nós, os portugueses, o que esperamos do chefe, do pai, do protector, é que decida por nós, que assuma a responsabilidade por nós, que (...)