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Anabela Mota Ribeiro

Eduardo Lourenço

01.12.20
De como Hanna Arendt se apaixonou por Heidegger. De como a Natureza desperta, espasmódica, no coração da selva amazónica. De como a mulher o corrige conjugalmente por viver numa língua que não é a sua. As brumas da infância. O desejo infinito de liberdade. A ferida (...)

Eduardo Lourenço e José Augusto França

01.12.20
A ideia de juntar dois amigos para recordar 60 anos de amizade não era “assaz esdrúxula”. Era um modo de falar de um tempo longínquo, de revistas que se faziam em cafés, da vida que os incendeia, de estarem nonagenariamente bem. Foi José Augusto França que usou a (...)

Júlio Pomar e Mário Soares

01.12.20
Como é que é quando dois velhos amigos se encontram? “Velhos?!”, graceja Júlio Pomar. Como é que é quando dois homens que se conhecem há coisa de 70 anos se reencontram? Fizeram-se amigos numa altura em que respirar e reagir eram quase sinónimos. Foram opositores (...)

Gonçalo Ribeiro Telles

01.12.20
É um monárquico que viveu sob o signo da República. “Eu não me importo nada de servir a República. Tenho bilhete de identidade, servi, fui deputado”. É um arquitecto paisagista que fala de jardins como se falasse do paraíso. “Na Bíblia, quando se fala do (...)

Maria de Sousa

01.12.20
Desconcerta. É subtil. Fina como um alho, como se dizia antigamente. Tudo com um sorriso resplandecente. Maria de Sousa é uma cientista que se diverte como uma criança. Tem 75 anos. Saiu em 1964 para trabalhar em Inglaterra, Escócia, Estados Unidos. Regressou em 1985, (...)

Agustina Bessa-Luís (em Serralves)

01.12.20
De como descobriu o cinema de Murnau aos seis anos. De como a fé é a mais profunda jazida da inocência. O medo como o grande mistério. O medo como caminho para o poder. O sono da inocência e a sede do vampiro.O Balzac que deve ser ensinado nas escolas. A solidão. Ser (...)

António Alçada Baptista

01.12.20
Um escritor que afirma que a escrita não é a sua razão de viver, mas o inverso. Que apostou numa aventura editorial e perdeu (dinheiro), que é advogado mas a quem a razão não satisfaz, que foi formado nos valores do trabalho mas que se considera de uma preguiça (...)