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Anabela Mota Ribeiro

Os 3ºs Filhos da Madrugada

16.04.24
Há 50 anos, vivia-se uma atmosfera nova, a folha estava limpa, o relógio começou a contar noutra cadência — metáforas para dizer o que Sophia de Mello Breyner disse no poema “Revolução”. Chama-lhe: “tempo novo sem mancha nem vício”. N’ Os (...)

Ricardo Vasconcelos - Os Filhos da Madrugada

16.04.24
É um rapaz de Campanhã que, antes dos 50 anos, é professor catedrático na Universidade Estadual de San Diego. Quase tudo na sua biografia pode ser contado a partir da assinatura do endereço de email: eu sou o primeiro da minha família a chegar à universidade, tu (...)

Yara Nakahanda Monteiro - Os Filhos da Madrugada

16.04.24
Nas suas palavras: é trineta da escravatura, bisneta da mestiçagem, neta da independência, filha da diáspora. Nasceu em Angola em 1979, veio para Portugal com dois anos, viveu em Luanda, Londres, no Rio de Janeiro, em Copenhaga, em Atenas. Os seus assuntos: identidades (...)

Tiago Fortuna - Os Filhos da Madrugada

13.04.24
Comecemos pelo vocabulário. As pessoas têm uma deficiência e, antes dessa característica, são sempre pessoas. Não portam nem sofrem uma deficiência ou limitação: têm uma característica. É aconselhável, por isso, usar a expressão: pessoa com deficiência, e (...)

Cristèle Alves Meira - Os Filhos da Madrugada

11.04.24
A criança pergunta: para onde vamos quando morremos? No filme de Cristèle Alves Meira, é ela que cumpre o ritual de passagem entre a vida e a morte, o que permite ao morto descansar em paz. A morte e luto estão no cerne do filme Alma Viva, a primeira longa metragem (...)

João Rodrigues - Os Filhos da Madrugada

11.04.24
Há quem lhe chame o chef mais consensual do país. Seguramente é um dos melhores e mais premiados. João Rodrigues nasceu em 1977, cresceu em Lisboa. Ao fim de semana ia com a mãe, médica, ao mercado 31 de Janeiro. Com o pai, que cozinhava todos os dias, experimentava (...)

Cátia Oliveira / A Garota Não - Os Filhos da Madrugada

10.04.24
As suas canções falam de um quotidiano banal, de mulheres batidas, da periferia, pobre e vulnerável, da habitação, fractura exposta, do prédio como amostra multicultural. Os sons que sintetizam alguns encontros improváveis: kizomba, música brasileira, Gipsy Kings, (...)