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Anabela Mota Ribeiro

Eduardo Lourenço e José Augusto França

23.05.22
A ideia de juntar dois amigos para recordar 60 anos de amizade não era “assaz esdrúxula”. Era um modo de falar de um tempo longínquo, de revistas que se faziam em cafés, da vida que os incendeia, de estarem nonagenariamente bem. Foi José Augusto França que usou a (...)

Fernando Pessoa (p/ Sr. Moitinho)

18.05.22
Vestia-se nos melhores alfaiates de Lisboa. No entanto, metia vales à caixa ou vendia livros para pagar as despesas. A Mensagem permitiu-lhe pagar todas as dívidas. No escritório tratavam-no por Senhor Pessoa. Ali era o seu lar. Ali escreveu, à noite, Tabacaria e parte (...)

Alexandre Quintanilha e Richard Zimler

17.05.22
A homossexualidade é um não-assunto? Uma relação amorosa que tem 34 anos é um assunto? Falar do casamento entre pessoas do mesmo sexo, num país que o permite, continua a ser importante? E num tempo em que começa a ser feio ser preconceituoso, os exemplos são (...)

Julião Sarmento e Vicente Todolí

15.05.22
Naquela terça feira fazia-se o jantar de despedida de Vicente Todolí da Tate Modern. Desde há semanas que é público que deixará a instituição no dia 15 deste mês. Não se sabe o que fará a seguir. Nem é conhecido, ainda, o nome da pessoa que o irá substituir na (...)

João Luís Barreto Guimarães e Jorge Sousa Braga

15.05.22
João Luís Barreto Guimarães nasceu em 1967, é cirurgião plástico e reconstrutivo. Você está Aqui, o seu livro mais recente, acabou de ser lançado. Não foi esse, mas o anterior, Poesia Reunida, que mereceu uma recensão no Times Literary Supplement.  Jorge Sousa (...)

Os (2ºs) Filhos da Madrugada

15.05.22
Na nossa História, houve um “dia levantado e principal”, como lhe chamou José Saramago no final do romance Levantado do Chão. Os filhos dessa alvorada que rompeu com as sombras e o silêncio, aqueles que acordaram em dias de outra inteireza, são Os Filhos da Madrugada. (...)

Carolina Maria de Jesus e Nise da Silveira: a arte importa?

15.05.22
9 de Maio, 1958 “Eu cato papel, mas não gosto. Então eu penso: faz de conta que estou sonhando.” Num impulso, adoptei esta frase de Carolina Maria de Jesus para falar convosco sobre o Belo, a utilidade ou inutilidade do Belo. Não está mencionado, mas na minha (...)