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Anabela Mota Ribeiro

Leïla Slimani

08.12.25
Leïla Slimani nasceu em Rabat em 1981. Recebeu o prestigiado prémio Goncourt aos 35 anos. Vendeu mais de um milhão de livros no mundo todo. Vive desde há quatro anos em Lisboa. Há dois meses, convidou-me para apresentar o seu livro no Museu Nacional de Arte Antiga. (...)

Lourdes Sendas

08.12.25
Lourdes Sendas nasceu no norte de Portugal em 1945. Viveu fora. Vive há anos em Setúbal. Foi professora, é artista plástica. Conversámos em sua casa num dia de sol, com os desenhos desta exposição sobre a mesa. Não ouvimos Laurie Anderson nem Chico Buarque. Mas eles (...)

Doutor Sérgio Godinho

08.12.25
Longtemps, longtemps, longtemps Après que les poètes ont disparu Leurs chansons courent encore dans les rues Leur âme légère, c'est leurs chansons Qui rendent gais, qui rendent tristes Filles et garçons Bourgeois, artistes Ou vagabonds Os primeiros versos que cito (...)

A minha mãe infatigável (que nunca conheceu Maria Lamas)

08.12.25
Não guardo nem tenho vestígio da primeira palavra que disse. Por estranho que pareça, nunca me lembrei de o perguntar à minha mãe. No instante em que escrevo, surge-me a palavra “choro”. Mas claro que uma criança não começa por dizer choro. Uma criança chora. (...)

Marta Mateus e Maria Catarina Sapata - Fogo do Vento

08.12.25
Em Fogo do Vento vemos o entrançado do Tempo, a seiva e o sangue, pão e vinho, uma cobra e um boi, vinhas e sobreiros. Marta Mateus filma o trabalho, o bicho do dinheiro que tem muitas patas, a luta de classes, os que têm “os pés descalços, geladinhos”, os que (...)

O quarto do bebê - Turnê de lançamento

08.12.25
Turnê de lançamento de romance, O quarto do bebê, edição Bazar do Tempo.A primeira parada acontece na programação oficial da Flip. Confira e participe: Paraty, Flip31 de julho, 12h: Mesa “Tristes tramas” na Flip, com Neige Sinno e Rita PalmeiraPraça da Matriz01 (...)

O quarto do bebê

07.12.25
"A linguagem de O quarto do bebê é muito trabalhada e expressa o tumulto de vozes a que se refere a narradora-leitora. É um delírio pensado, um escrever racionalmente a desrazão. O desfecho é belo e forte. E não poderia faltar a esse quarto o velho e bom (...)